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Outras Pragas

BARATAS

Apesar de existirem milhares de espécies de insetos, as que mais atormentam o homem são as baratas. Uma das características do sucesso de expansão em todo o mundo é devido à forma plana de seu corpo, escondem-se e são transportadas facilmente em caixas de papelão, madeira, sacos, embalagens, etc.

São insetos de metamorfose incompleta. Primeira fase a ooteca, que é um conjunto de ovos, depois a forma jovem, onde ocorre o crescimento e finalmente o estagio adulto onde o inseto está pronto para a reprodução.

De uma ooteca de barata nascem muitas baratas (a quantidade varia conforme a espécie da barata). Da Barata Periplaneta Americana contém aproximadamente 10 a 20 ovos, já a da Barata Blattella Germânica pode ter até 50 ovos. As baratas quando eclodem são semelhantes à forma adulta, portanto é necessário troca da ecdise, ou seja, quando ela começa sentir apertada dentro da casca que é seu esqueleto, ela refugia-se em local de difícil acesso, deixa de se alimentar por alguns dias e comprime o abdome rompendo-se a ecdise e saindo uma barata branca, em contato com oxigênio novamente seu esqueleto vai escurecendo-se até a próxima troca.

As baratas são portadoras de patógenos transmissores de várias doenças como; hepatite B, salmonela, lepra, urticária, furunculose, etc.

As baratas por nascerem com tamanho diminuto (aproximadamente 1mm) entram e saem por qualquer orifício. Nas suas andanças pelos diversos locais carregam e transportam os patógenos.

1. Início da Infestação:

Normalmente a infestação é passiva, ou seja, acontece quando transportamos produtos, matéria prima, embalagens, caixas de frutas, equipamentos, etc.

 

 

2. As baratas como dissemos, são insetos rasteiros agregados de infestação passiva e podemos dividi-las em 2 grupos: pequenas e grandes.

a) Grupo das baratas pequenas é aquele que as baratas na fase adulta atingem o tamanho máximo de 2,0 cm. Exemplos: Barata germânica, asiática, etc.

b) Grupo das baratas grandes é aquele que as baratas na fase adulta podem chegar até o máximo de 8,0cm. Exemplos: Baratas americanas ou de madeira.

 

3. Baratas pequenas

a) Possuem químioreceptadores que detectam agentes químicos.

b) Carregam a ooteca até a maturação.

c) Vivem em temperaturas de 5 a 60ºC.

 

4. Baratas grandes

a) Não possuem químioreceptadores.

b) Liberam a ooteca e essas podem demorar até 90 dias para eclosão.

c) Vivem em temperaturas de 20 a 30ºC.

 

5. Tabela de três espécies mais comuns de baratas:

tabela_barata

As baratas existem na terra pelo menos 350 milhões de anos. Existem fósseis provando isso.

 

FORMIGAS DOMÉSTICAS

Qualquer forma de controle a ser adotado, deve ter como objetivo a colônia como um todo e não somente as operárias que realizam atividades externas ao ninho.

Uma das características principais das formigas urbanas é a forte tendência em migrar, ou seja, freqüentemente mudam a colônia de lugar, tanto quando perturbadas e aumentam a densidade populacional.

Além do controle direto dos ninhos e esconderijos localizados com produtos apropriados devemos efetuar o monitoramento e uso de iscas, que atraem e contaminam os ninhos não localizados. Nestas iscas existem produtos, que são levados aos outros membros da colônia, larvas e os adultos (operárias, rainhas e reis). As iscas são específicas a cada espécie que possui características e hábitos alimentares próprios.

 

ROEDORES – RATOS

Alguns danos causados pelos ratos:

  • Consumo direto de alimentos;
  • Contaminação e danos nos alimentos;
  • Danos estruturais;
  • Transmissão de doenças;
  • Fontes de reinfestação em áreas adjacentes;
  • Custos associados com a operação de controle.

Métodos de Prevenção: Alimento e abrigo são, também, os fatores essenciais para promover a infestação destas pragas numa determinada área, eliminando-se estes fatores podemos evitar a presença indesejável destes roedores. Algumas medidas devem ser empregadas na rotina diária, como por exemplo: não deixar alimentos como rações de animais expostos ou disponíveis, remover diariamente o lixo, acondicionar corretamente os alimentos, não jogar lixo em terrenos ou córregos, manter os jardins em bom estado de conservação, remover os entulhos, vedar devidamente esgotos e canais efluentes desativados, não acumular materiais em locais como quintais, depósitos e garagens.

Controle da praga:

Conforme já citado, a presença de roedores está também associada à disponibilidade de alimento, água e abrigo. Acrescentando a estes fatores as características comportamentais e reprodutivas destes animais, o controle alcançará o efeito desejado com a adoção de medidas integradas.

a) Controle Químico: Consiste na utilização de substâncias tóxicas incorporadas a iscas que serão oferecidas em locais de trânsito ou de visitação destes animais.

b) Controle Mecânico: Consiste na utilização de sistemas de proteção física contra a entrada de roedores na área, e sistemas de captura para remoção e posterior eliminação destes roedores.

Dispositivos de captura podem ser distribuídos estrategicamente pela área, como ratoeiras, armadilhas adesivas e gaiolas. A utilização de barreira elétrica tem como fatores limitantes o seu custo, manutenção e riscos de acidentes.

Todos os tipos existentes possuem vantagens e desvantagens, que deverão ser analisadas a cada caso.

 

POMBOS

Os pombos são aves comuns em quase todas as cidades brasileiras e em todos os meses do ano, sendo que poucos sabem do perigo à saúde pública que estes animais significam. Transmitem varias doenças como toxicoplasmose, cegueira, etc. e suas fezes além de sujar destroem o patrimônio, pois são ácidas e deterioram materiais, seus ninhos entopem calhas.

Métodos de Prevenção:

  • Evitar alimentar os pombos é uma das melhores medidas de prevenção, pois sem este fator eles irão abandonar o local para procurar alimento;
  • Consertar falhas em estruturas que permitam a nidificação dos pombos;
  • Eliminar pontos de abrigo e pouso;
  • Equipamentos para impedir o acesso ou pouso de pombos.

Medidas a curto prazo: Representam medidas de controle que irão afastar os pombos das proximidades afetadas, sem influir no nível populacional. São em sua maioria, medidas de controle que funcionam como barreiras físicas.

  • Inclinação de superfícies de pouso;
  • Emprego de acessórios desestabilizadores de pouso;
  • Vedação de espaços;
  • Emprego de elementos assustadores (visuais e auditivos);
  • Persuasão do pouso por substâncias repelentes;
  • Emprego de cercas eletrificadas;
  • Captura por armadilhamento;
  • Manejo de resíduos orgânicos;
  • Limpeza dos locais infestados;
  • Desinsetização para o controle de piolhos e outros parasitos.